Pois é, sei que esse blog é pequeno e de pouca visibilidade, mas já me rendeu alguns frutos. Agora estou escrevendo também para o Pinceladas da Web, a convite do Pedro Rogério, que leu o post de ontem, sobre o IE 6 e sugeriu que eu o incluisse no seu blog.
Este é o meu primeiro post no blog. Tentarei escrever muitos outros.
Agora tenho que dividir o tempo entre os dois blog. Vamos ver no que vai dar.
Estava eu desenvolvendo um dos meus projetos, e tudo funcionando corretamente, até que me dei conta que ainda não havia testado no famigerado Internet Explorer 6.
Dito e feito, problemas apareceram sem um pingo de explicação. Ou alguém sabe de onde surgem as misteriosas margens ao se definir display: block para um elemento li?
É um absurdo que mais de DOIS anos depois do lançamento do IE 7, constato no analytics do site da Câmara de Vereadores de Rio do Sul, que 65% das visitas se originam do IE 6! Nem os números do Firefox são tão ruins, onde as versões mais antigas, como a 1.5, nem aparecem mais.
Os usuários têm que se conscientizar e atualizar seus browsers, para a facilitar a vida deles próprios, e facilitar um pouco mais a vida dos desenvolvedores.
De que adianta estudar Web Standards, CSS 2.1, CSS 3, se na hora de desenvolver, temos que nivelar tudo por baixo? Se tudo que é desenvolvido deve funcionar no IE 6?
E de quem é a culpa? Da microsoft? Dos usuários? Dos desenvolvedores? Acredito que todos tenham a sua parcela de culpa. A Microsoft, por não desenvolver um sistema de update “forçado” como a Mozilla desenvolveu para o Firefox. Os usuários, por terem preguiça de atualizar e ficarem com a idéia de que “se está funcionando desse jeito, então está bom”. E os desenvolvedores, por não se manifestarem quanto a isso tudo, desenvolvendo sites que incentivem a atualização do browser.
E enquanto isso não mudar, vamos continuar nessa m*rda, enchendo sites de hacks, comentários condicionais e códigos ninja para que eles funcionem bem para todo mundo…
Achei aqui, no Whiplash!, um vídeo, que pode ser visto abaixo, onde Jordan Rudess, tecladista do Dream Theater, demonstra como a tecnologia do Intel Centrino 2 o auxilia no seu processo de composição, em conjunto com o software Sequel 2 da Steinberg.