Apenas algumas atualizações

Sim, dois anos sem postar nada… Nem sei como isso ainda está no ar…

As coisas estão tão complicadas e o tempo anda tão escasso que não tive mais tempo realmente para escrever aqui.

Depois de bastante tempo trabalhando de casa, pra ficar com menos tempo ainda, resolvi arranjar um emprego de meio período, na WP Comunicação, em Rio do Sul.

A WP é uma agência de comunicação aqui da cidade, bem interessante, com muito futuro. Estou reaprendendo muita coisa que já não praticava fazia tempo.

Voltei a trabalha forte com PHP, HTML e CSS.

Vou tentar escrever com mais frequência novamente. Prometo tentar não deixa o blog parado mais tanto tempo.

Por hoje é isso.

IDE’s para desenvolvimento Web

Sim, eu estou vivo. Vivo e sem tempo…

Mas já que hoje é sexta feira, resolvi tirar tirar 5 minutos para escrever um post.

Vou falar agora sobre alguns IDE’s que tenho usado ultimamente. Especicamente, o Aptana Studio, o Netbeans e o Eclipse PDT.

Aptana Studio

É um fork do Eclipse, que é um excelente IDE para o desenvolvimento Java. Inicialmente, o Aptana vem com suporte apenas para desenvolvimento de (X)HTML, Javascript, Css e outras coisas mais simples. Para habilitar o suporte ao PHP, por exemplo, é necessário após o download e instalação da IDE, selecionar a instalação do suporte ao PHP. Há outros recursos que podem ser adicionados da mesma forma, como o suporte a Ruby on Rails, Python, Adobe Air e até mesmo o SDK do iPhone.

Freeware por padrão, pode-se fazer o upgrade para a versão Pro, ao custo de US$ 99,00 para um usuário. Disponível para Windows como plugin do Eclipse ou como aplicativo independente, Linux e Mac OS.

Download aqui.

NetBeans

Outro conhecido IDE para o desenvolvimento Java, “concorrente” do já citado Eclipse. O NetBeans começou a oferecer suporte ao desenvolvimento PHP na versão 6.5, sendo esta a que atualmente uso.

Suportando a maioria dos recursos suportados pelo Aptana, o NetBeans tem a vantagem de vir com todos esses recursos habilitados por padrão, não sendo necessário download individual. Isso é claro, na versão mais completa. Desnecessário citar que esse “excesso” de recursos torna o instalador muito maior.

Existe ainda a opção de download de versões diferentes. Por exemplo, há uma versão só para Java, outra só para Ruby, outra para PHP, e mais algumas opções.

Freeware, com opção para adição de plugins, estes freewares ou pagos.

Download aqui.

Eclipse PDT

Este IDE nada mais é do que o um dos projetos disponíveis no site do Eclipse original.

Ao contrário dos outros dois IDE’s já apresentados, o Eclipse PDT suporta apenas o desenvolvimento PHP, e o desenvolvimento Java, padrão do Eclipse.

Falar dele acaba sendo um pouco redundante, visto que todos os recursos disponíveis para o Aptana podem ser adicionados através de plugins.

Freeware, com opção de plugins.

Download aqui.

Utilizo ainda outros editores mais simples, como o PsPad e o Notepad++. Vale a pena dar uma conferida.

WordPress 2.7

Eu estava me preparando pra escrever um post só pra falar que continuo vivo, mas ao entrar na área de administração do blog, vi como tudo está diferente (fazia muito tempo já que eu nao mexia mais aqui…).

Realmente, na minha opinião, o sistema de administração do WordPress melhorou muito. Agora está tudo a mão, nas barras laterais. Há links rápidos para as funções do blog, como a parte dos posts, mídia, comentários e outros.

Esta é apenas uma opinião inicial. Afinal, não tive tempo de usar tanto assim a ponto de fazer muitas análises. Mas como a primeira impressão é a que fica, a minha foi muito boa.

Ah, e eu continuo vivo sim. Vivo, mas sem tempo…

Pinceladas da Web

Pois é, sei que esse blog é pequeno e de pouca visibilidade, mas já me rendeu alguns frutos. Agora estou escrevendo também para o Pinceladas da Web, a convite do Pedro Rogério, que leu o post de ontem, sobre o IE 6 e sugeriu que eu o incluisse no seu blog.

Este é o meu primeiro post no blog. Tentarei escrever muitos outros.

Agora tenho que dividir o tempo entre os dois blog. Vamos ver no que vai dar.

Por favor, parem de usar o IE 6!

Este post é um desabafo.

Estava eu desenvolvendo um dos meus projetos, e tudo funcionando corretamente, até que me dei conta que ainda não havia testado no famigerado Internet Explorer 6.

Dito e feito, problemas apareceram sem um pingo de explicação. Ou alguém sabe de onde surgem as misteriosas margens ao se definir display: block para um elemento li?

É um absurdo que mais de DOIS anos depois do lançamento do IE 7, constato no analytics do site da Câmara de Vereadores de Rio do Sul, que 65% das visitas se originam do IE 6! Nem os números do Firefox são tão ruins, onde as versões mais antigas, como a 1.5, nem aparecem mais.

Os usuários têm que se conscientizar e atualizar seus browsers, para a facilitar a vida deles próprios, e facilitar um pouco mais a vida dos desenvolvedores.

De que adianta estudar Web Standards, CSS 2.1, CSS 3, se na hora de desenvolver, temos que nivelar tudo por baixo? Se tudo que é desenvolvido deve funcionar no IE 6?

E de quem é a culpa? Da microsoft? Dos usuários? Dos desenvolvedores? Acredito que todos tenham a sua parcela de culpa. A Microsoft, por não desenvolver um sistema de update “forçado” como a Mozilla desenvolveu para o Firefox. Os usuários, por terem preguiça de atualizar e ficarem com a idéia de que “se está funcionando desse jeito, então está bom”. E os desenvolvedores, por não se manifestarem quanto a isso tudo, desenvolvendo sites que incentivem a atualização do browser.

E enquanto isso não mudar, vamos continuar nessa m*rda, enchendo sites de hacks, comentários condicionais e códigos ninja para que eles funcionem bem para todo mundo…

Jordan Rudess e o Intel Centrino 2

Achei aqui, no Whiplash!, um vídeo, que pode ser visto abaixo, onde Jordan Rudess, tecladista do Dream Theater, demonstra como a tecnologia do Intel Centrino 2 o auxilia no seu processo de composição, em conjunto com o software Sequel 2 da Steinberg.

Note-Bambu

E o bambu? O bambu foi parar neste notebook que a Asus traz para o Brasil no começo de 2009.

Com a proposta de ser ecologicamente correto, por usar o bambu em seu revestimento e tendo a promessa de baterias de 35% a 70% mais duradouras que as convencionais.

O Note-bambu chega em duas versões de 12.1″ e 11.1″, com um configuração bastante parraduda: Processador Intel Core 2 Duo (clock não informado), 4 GB de RAM, disco rígido híbrido de 320 GB (com 256 MB de memória flash) e placa de vídeo GeForce 9300M GS de 256 MB.

Primeiro relato sobre o notebook

Relatei neste post a luta que tive contra meu notebook para fazer o downgrade do Windows Vista para o XP. Faço agora um primeiro relato de desempenho do mesmo.

Primeiramente, o Ubuntu 8.04 é ótimo, e dentro de mais alguns dias a nova versão vai ser lançada. Como falei no post anterior, ele apenas não reconheceu a rede sem fio. O resto foi tudo reconhecido de primeira, inclusive o driver da placa de vídeo foi indicado corretamente. O desempenho do Ubuntu é muito bom. Tenho notado melhoras na duração da bateria quando uso linux. Posso até estar enganado, mas ela parece estar durando mais. Vou começar a anotar os tempos pra confirmar. Na parte dos aplicativos, tive um pequeno stress para instalar o Apache, nada sério. No resto, o Synaptic faz milagres.

Com o Windows XP, nada de anormal. Pode até ser que o Vista seja melhor, não usei o suficiente para tirar conclusões, mas o XP me atende perfeitamente, então, faço um esforcinho pra não me incomodar.

Farei outros posts a respeito ainda, conforme tiver feito outros testes com o notebook.

HP Pavillion dv2610us e o downgrade…

Não, isso não é uma propaganda pra HP.

Apesar de ser um excelente notebook, com uma configuração muito boa (AMD Turion X2 1.9Ghz, 1Gb de RAM de fábrica, mandei colocar 2Gb, HD de 160Gb e vídeo NVidia GeForce Go 7150m) e um preço igualmente bom, a HP comete um pecado muito sério com sua linha de produtos. Ela praticamente impede que se faça o downgrade do Windows Vista para o Windows XP, eliminando quase todos os drivers de dispositivos para o último, sendo que estão disponíveis apenas drivers como rede sem fio e os Quick Launch Buttons, que são uns botões de acesso rápido a alguns controles, como volume e controle do drive de CD.

Drivers realmente necessários, como som e vídeo, não estão mais disponíveis no site. Porém, como sou bastante persistente, fui atrás e dei minha cara a tapa. Esta já é a segunda vez que faço a formatação do notebook, logo, já tinha idéia do que iria passar. Baixei todos os drivers disponíveis no site da própria HP, e comecei a garimpar em fóruns e em outras fontes como fazer esta coisinha aqui onde escrevo funcionar direito.

Encontrei estes dois tópicos no fórum do Clube do Hardware, que foram extremamente úteis. O primeiro, para resolver os problemas do vídeo, som, chipset e outras coisas. O segundo, soluciona o problema do fone de ouvido.

Feito isso, resolvi partir para a instalação do Linux. Pra facilitar as coisas, fui direto no Ubuntu. Na formatação anterior, o Fedora não me proporcionou as melhores experiências. Desta vez, descontando a parte da rede sem fio, tudo foi tranquilo. O som foi reconhecido automaticamente, para o vídeo só foi preciso habilitar o driver restrito da NVidia. Mas, como eu disse, a rede sem fio gerou pequenos problemas, resolvidos com as orientações desses dois posts, nos blogs do Prof. Givanaldo Costa e no blog Guevara2012′s.

Por enquanto, tudo corre bem. Daqui a alguns dias, posto mais opiniões sobre o desempenho do notebook.

Dez celulares diferentes

Neste post do UOL Tecnologia, são apresentados alguns conceitos de celulares para o futuro, desde os politicamente corretos, como o modelo abaixo, alimentado por energia solar e o celular de madeira, até outros modelos bastante escandalosos.

Vale dar uma conferida.